Ele queria ser grande
subiu nos ombros de seu pai
Não conseguiu ver as formigas
Ficou com eternas seqüelas
Medo de altura
Percebeu porque seu pai não sorri
E, decidiu:
“quero ser criança para sempre”
Comemorando em todos seus aniversários o seu quarto ano.
Hoje ele tem muitos quatro anos
Não sabe computador
Nem cidade grande
Desenha palavras diariamente por não saber escrever
Gosta de vento e poeira
Um pouco mais de caramujo
Arvores e ignoraças
nada
nada talvez seja sua melhor profissão
doutor em nada
Manoel de barros
O poeta da minha insignificância
subiu nos ombros de seu pai
Não conseguiu ver as formigas
Ficou com eternas seqüelas
Medo de altura
Percebeu porque seu pai não sorri
E, decidiu:
“quero ser criança para sempre”
Comemorando em todos seus aniversários o seu quarto ano.
Hoje ele tem muitos quatro anos
Não sabe computador
Nem cidade grande
Desenha palavras diariamente por não saber escrever
Gosta de vento e poeira
Um pouco mais de caramujo
Arvores e ignoraças
nada
nada talvez seja sua melhor profissão
doutor em nada
Manoel de barros
O poeta da minha insignificância

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home